Na vida nada se cria, tudo se transforma!

Em tempos de consciência ambiental, reciclagem e sustentabilidade, esse é o tipo de ideia que faz cada vez mais sentido e merece ser levada ao pé da letra! O que hoje conhecemos de um jeito, amanhã pode se converter em outro e assim a vida segue se reinventando, basta apenas que para isso a gente adicione uma certa dose de criatividade nas coisas.


Essa certamente foi a filosofia de Rich Moorhead, um americano esperto, que teve a brilhante ideia de dar vida nova a pranchas quebradas de skates. Nas mãos de Rich, um skatista veterano com uma boa habilidade para marcenaria, os skates quebrados e aparentemente inutilizados, se transformam em um incrível revestimento para a decoração quando cortados e montados numa espécie de mosaico.

Olha que efeito bacana se consegue agrupando os pedacinhos multicoloridos de madeira que um dia serviram de base para skates, diversão e muitas manobras radicais.

Achei genial!
. . .

Saiba mais em www.artofboard.com

Pode não ser novidade pra todo mundo, mas quem já babou uma vez, pode babar de novo tranquilamente!

Apesar de já ter sido inaugurado em março de 2012, o .Oztel, um super “albergue de design” localizado no bairro carioca de Botafogo, ainda é novidade pra muita gente.

Além de quartos com preços convidativos (o que seria o ponto mais importante pra quem se hospeda em um albergue), o espaço tem obras de arte e peças de design bacanérrimas espalhadas por todos os lados.

A decoração desse albergue mostra uma mistura totalmente high-low de móveis assinados e peças na vibe “faça-você-mesmo”, que dão aquela atmosfera moderninha que a gente tanto gosta! 

Dúvida? Então vamos dispensar as apresentações e partir logo pros “finalmentes”? Olha que lugar inspirador!

Fachada-escândalo criada pelo Coletivo MUDA (aquele dos trabalhos belíssimos em azulejaria)
 
As áreas comuns, de “comuns” não tem nada! Um charme extra para os hóspedes!
Olhe esses bancos! Olhe essas luminárias! Olhe tuuudo!
Grafite, stencil, pinturas…Todos os espaços respiram “modernidades”.
Os módulos de madeira dispostos aleatóriamente dão ainda mais beleza ao bar. Tim-tim!
A escada que leva ao segundo andar dá um show à parte!

Que coisa mais charmosa essa composição de casinhas de passarinhos! Gamei!
A direção criativa do albergue ficou a cargo do artista plástico e fotógrafo Felipe Morozini,
que espalhou peças que esbanjam irreverência pelos ambientes. Além de quartos
coletivos, há também suítes para casais, cada uma delas criadas por um designer
diferente, como Carol Gay, Maurício Arruda e
os coletivos Amor de Madre e MUDA, responsável
pelo trabalho belíssimo de azulejaria da fachada. Que turma heim?

Meu quarto favorito! Mereceu destaque aqui! Mas tem outros lindos aqui embaixo também ó:
Destaque para as luminárias dentro de gaiolas! Amei!
Tem banheiro pra todos os gostos! O de azulejos coloridos é paixão fulminante!
Detalhes inusitados: Reparem que criatividade é o que não falta por aqui. 
E depois de ver isso tudo a gente se pergunta: Será que ao
invés de passar alguns dias no .Oztel a gente teria a opção de morar lá pra
sempre? Eu desejei, e você?
No site do .Oztel tem mais!
Fotos: divulgação

Quem trabalha com criação publicitária, seja diretor de arte ou redator, certamente já ouviu falar muito sobre essa escola. E se esse não é o seu caso, no problem… Eu te apresento agora e acredito que você irá gostar de conhecer (Esse post tem a ver com decoração gente, eu juro Rs) 
A Miami Ad School é uma escola de criação publicitária, mas é muito mais do que isso. É uma escola de idéias. Seus alunos são constantemente selecionados para trabalhar em grandes agências mundo afora, por conta da qualidade de seu conteúdo didático e do alto nível de seus professores. A principal promessa da escola é estimular a criatividade de seus alunos, tornando-os grandes nomes do mercado publicitário. 
Depois de muitos anos trabalhando como diretora de arte, finalmente eu tive a chance de conhecer de perto a sede da badalada Miami Ad School. E dando umas voltas pelas dependências da escola, vi que os estímulos criativos estão por todos os lados. Vejam comigo nesse tour inspirador:
Logo de cara você entra nessa sala enorme, cheia de ambientes munidos de TVs passando comercias premiados o tempo todo. Repare nas cores e na atmosfera pop/industrial dos adereços… Destaque para os flamingos, símbolo da filial de South Beach.

Agora prenda a respiração: Isso é uma sala de aula ou um aquário?
Resposta: Os dois! Através de um aquário de verdade você consegue ver o
interior da sala de aula totalmente voltada para o tema… Descontração
pura!

 

E essa aqui toda trabalhada no retrô com suas cadeiras
antigas de cinema? Uma das minhas salas favoritas pra ter na vida
real 🙂

Já que a escola está localizada em South Beach, nada mal
trazer a praia pra dentro da aula, concorda? Pelo menos foi o que eles
pensaram em fazer.

Esses sofás super coloridos e divertidos estão espalhados por todos os corredores da escola. Alto astral!

Em
cada porta que você entra, um espaço diferente e cheio de personalidade
se apresenta. Esse estúdio de design + biblioteca com carinha de loft
demonstra bem isso.

Essa é de babar: Sala inspirada no Haiti!
Reflexos da cultura e da arte desse país estão por todos os lados…
Coisa mais linda de se ver.

Andando pelos corredores somos guiados por placas antigas e cheias de história… Desejei todas!
A sala de aula vira sala de cinema e vice versa! O luminoso avisa o que estará em cartaz #morri

 
Detalhes que não são apenas detalhes:

1-
Relógios que mostram as horas em todas as filiais da escola no mundo
2 – almofadinhas com o mascote do curso 3 – Mega mesa de sinuca na
recepção do prédio 4- mesinha de xadrez com cadeiras de design 5- Parede
revestida com placas de borracha multicoloridas em alto relevo
Depois de ver tudo isso, me diz ai… Essa foi ou não foi uma aula de criatividade?  
. . .
A Miami Ad School tem filiais em
Miami, Mineapólis, Nova York, São Francisco, Madri, Hamburgo, Berlim,
Istambul, Sidney, México e Buenos Aires. No Brasil está presente em São
Paulo desde 2002, através de uma parceria com a Escola Superior de
Propaganda e Marketing (ESPM). Quer saber mais? Vem por aqui.

Por que é tão gostoso dar uma “espiadela” na casa dos outros heim? 
Eu particularmente adoro essa sensação de olhar pelo buraco da fechadura, de conhecer intimidades, descobrir gostos e estilos de vida, analisar os objetos e os detalhes que as pessoas escolhem para adornar seus lares, sejam elas famosas ou ilustres desconhecidas. Isso pra mim é um prazeroso exercício para guardar na memória idéias bacanas que um dia posso vir a usar dentro na minha própria casa.

Eu amo ver e me inspirar nas casas de outras pessoas, e quanto mais “alma” essas casas tiverem, melhor: É possível conhecer um pouco de cada pessoa olhando a maneira que ela escolhe decorar a casa.

Esse lado voyeur, que a gente exercita em tantos sites legais como o Selby e o Quarto & Sala, ganhou também outra opção bem bacana, o The Rio You da fotógrafa carioca Patricia Thompson, que atualmente reside e trabalha em NY.

No site, Patricia mostra arquitetura e interiores de lares do Rio de Janeiro (como o próprio nome do site já diz), mas também passeia pela Bahia, São Paulo, Marrocos e Nova Yorque, registrando os detalhes que mais lhe atraíram em cada um deles.

Vai aqui uma pequena (grande) amostra do que você vai encontrar por lá:

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Muito bacana ter um lugar com muitas e muitas fotos de casas de verdade (de pessoas de verdade) pra gente bisbilhotar, se inspirar e se encantar, não é mesmo? E ai, me conta… Foi bom pra você também? 🙂
Sim, eu amo, amo, amo, com todas as minhas forças, um brechó. Não posso ver uma portinha com esse nome na fachada que já entro sem cerimônia, saco meu álcool gel da bolsa, preparo meu pulmão pra receber zilhões de ácaros e vou com tudo.

Não há nada mais emocionante pra mim, em termos decorativos, do que a emoção de garimpar peças legais no meio de toneladas de objetos aparentemente sem futuro. E já deu pra notar que eu não estou falando de “loja de antiguidades” ou “brechó de luxo”, onde tudo é superfaturado e fora da minha realidade financeira. Eu tô falando é de brechó pé-no-chão mesmo, aquele todo empoeirado, com coisas e mais coisas empilhadas, onde falta espaço até pra respirar. É nesse daí que mora toda a diversão.

Pois hoje eu venho confessar minha paixão e dar algumas dicas básicas pra quem quer se dar bem na hora de desbravar um brechózinho lotado de tesouros esquecidos pelo tempo ou por olhares desatentos.

A meu ver, são apenas três condições básicas que você precisará ter para conseguir bons achados nesse maravilhoso universo das quinquilharias. São elas:

Conseguiu enxergar no meio da bagunça?

Foco, Paciência e Visão
, essas são as palavras mágicas!

Foco – Sei que é difícil ter foco, principal quando num mesmo brechó você pode encontrar móveis, objetos dos mais diversos, roupas, acessórios etc. Mas é preciso focar para não levar pra casa coisas que você não precisa… e se arrepender depois. Então, estude bem o “objeto de desejo”, leve em conta seu custo/benefício, e principalmente, reflita se realmente você precisa dele.

Paciência – Geralmente os brechós são entulhados e te oferecem milhões de coisas armazenadas sem critério algum, por isso você precisará de tempo e muita paciência. Visitar um brechó com pressa é a certeza de deixar pra trás objetos incríveis que você olhou correndo e não percebeu o verdadeiro potencial. Dê várias voltas no ambiente, olhe tudo pelo menos três vezes, treine seu olhar.

Visão – Acho que essa é a coisa mais importante na hora de entrar num brechó. A visão é que vai fazer com que você feche um grande negócio! Não encare os objetos do jeito que eles estão e no contexto que eles estão. Pense que você sempre poderá melhorá-lo com lixa, tinta e outras customizações criativas. Sempre tem um potencial muito bacana em alguma peça que pode ser explorado quando você o transforma à sua maneira. A Visão faz com que você enxergue futuro num objeto que parece só ter tido passado. Sacou?

Ah… E pechinche sempre, tá? 
Dito isso, vamos aos meus incríveis “achados de brechó”… Coisinhas que eu tenho maior chamego e o maior orgulho de terem sido garimpadas por mim e que hoje fazem grande diferença na décor da minha casa. E os precinhos? Ahhhh… os precinhos. É ver pra crer. Se liga! 
Boneca de barro do Vale do Jequitinhonha – MG
Cinzeiro de cobre com texto gravado 
Quadrinho Bordado com moldura
Canequinhas de alumínio com alça de plástico colorido 
Misturadores para drinks (Itens de colecionador total!!!) 
Mesinha pé palito anos 60 (ohhh!) 
Ilustração de Yoshitomo Nara emoldurada + Mesinha pé palito de novo 
(Customizada por mim… meu grande orgulho na arte da garimpagem) 
  

Gostaram das minhas aquisições? Acharam que o meu trio Foco-paciência-visão valeu a pena? Conhecem algum brechó bacana pra indicar? Já conseguiram comprar coisas legais em algum? Contem-me tuuuuuuuuuuudo! 😉

Dica: As fotos desta postagem são do Brechó White Elephant que fica na Estr. Caetano Monteiro, 2048 em Pendotiba, Niterói – RJ. Tel: 2718-1087. (O quadro com ilustração, as canequinhas de alumínio e a mesinha pé palito são de lá!) As outras fotos são da minha casa.

 
Essa aí em cima é a minha cozinha. Parede bege, armário bege, piso bege! Tudo o que eu não sou: bege. Eu gosto é de luz, de calor, de cor (viva!).

E como estou arrumando a casa aos poucos, um cômodo por vez, resolvi botar como prioridade o ambiente que menos combina comigo e que mais precisa de uma guaribada. Preciso, quero e vou mudar (com as minhas próprias mãos) a cozinha. E preciso do seu voto pra me ajudar a chegar lá (rs). Vamos juntos?

Primeiro passo: 
Pintura dos armários (Eles me servem bem, estão relativamente novos e eu não quero gastar dinheiro comprando outros. Só vou trocar os puxadores por uns mais bacaninhas)

Opção 1 – Vermelho

     

Opção 2- Azul

Opção 3- Cinza 

Qual cor você prefere? Tem outra pra sugerir?

Segundo passo: 
Dar vida a parede de entrada (É a parede mais sem graça e sem uso do ambiente. Acho que merece um toque de charme)

Resolvi seguir a dica das amigas blogueiras e montei um mosaico de azulejos diversos que transformei em preto em branco. Daí imprimiria em adesivo transparente (para o fundo não ficar branco) e aplicaria direto na cerâmica.

 Gosta? Não gosta? Quer me apresentar outra sugestão? Ajuda a colega aí, poxa?

Terceiro Passo: 
Melhor aproveitamento da maior parede da cozinha.

(Em primeiro lugar abstraia a photoshopada tosca, ok?) Essa paredona tá parecendo latifúndio improdutivo de tão ociosa. Tentei pregar uns quadrinhos, mas acho que ela merece mais. Tô pensando em colocar duas prateleiras grandes de madeira para organizar copos, louças e utensílios, além de objetos decorativos pra dar uma bossa.


Acha que vai ficar bom? Tem outra idéia?

Aqui vai um look panorâmico do espaço pra você ver melhor o ambiente. Então? Tem como me dar um help? Ahhh, diz que sim vai!

   

Eu tô te esperando… Vê se não vai demoraaaaaaaaaaaar…rsrsrsrs

Personalidade. Cada um tem a sua… Parede. Cada um tem pelo menos quatro.

Então que tal somar as duas coisas e multiplicar estilo dentro da sua casa? Seguem 10 ideias pinçadas por ai e que podem substituir papel de parede e tinta na hora de revestir as paredes. Tudo de bom, bonito, barato e do seu jeito. Seja você do jeito que for!
    
 

Paredes super possíveis, outras nem tanto. O importante mesmo é se inspirar e criar a sua.
 
Fotos (na ordem): Apartment therapy, Custhom, Smashingrubbish, Micasa, Kreativinredning, Behance, Designfront, Apartment Therapy, Stylefiles e For the home
Sim, eu tenho muitas baixelas inox! E em quantidade inversamente proporcional ao número de vezes que tiro do armário e boto pra uso. O que significa que realmente tenho muitas, mas não uso nada, nunca, jamais e em tempo algum. 
Às vezes olho para o conjunto completo e lembro seus dias de glória, na época que faziam bonito no almoço de domingo, lotadas de bifes à milanesa, risoto de camarão ou pernil de natal. Mas isso faz muito tempo e atualmente o jogo de baixelas tá lá, empilhado e esquecido na última prateleira do armário da despensa, acumulando poeira e ocupando espaço. 
Ontem resolvi tomar uma atitude, e corajosa, desfalquei a coleção. Olha no que deu:

Uma baixela sem utilidade transformou-se em um mural multiuso! Que reviravolta!

Vamos ver como a mudança aconteceu?

Primeiro escolhi a vítima, uma baixela de tamanho médio. Isolei a área com plástico bolha, peguei tinta spray e metralhei a bonitona!
 
Já com a pintura feita, precisei de alguns materias pra completar o serviço: Corda de seda colorida (você encontra em lojas de material de construção), isqueiro (para queimar a pontinha da corta para ela não desfiar), cola de contato extra forte (para a corda ficar bem grudada) e tesoura.
Com toda calma do mundo (afinal eu não tinha a perder mesmo), fui passando cola ao redor da baixela, colando a corda em círculos e revezando as cores até completar a baixela toda. Usei corda de seda porque ela é grossinha e precisava de suporte para usar os alfinetes e prender recados. Tendeu?
Daí foi só colocar fita dupla-face reforçada atrás e prender na parede da cozinha, seu lugar de origem.
 
Gostei tanto do resultado e ainda tenho tantas baixelas abandonadas no armário que acho que essa história não para por aqui não… 
Gostou? Me conta?
Bom finde pra vocês, meus amigos inoxidáveis!

Hoje aqui no Decorviva iremos apreciar juntos a décor da casa de Doris Sochaczewski, que é publicitária e dona da loja “Coisas da Doris”, (uma loja de objetos de decoração em São Paulo que é a queridinha de gente que gosta de novidades em decoração, arte, e design). O interior de sua casa já esteve no blog Made by Girl, na revista Viver Bem entre outros, e agora aqui para vocês, devidamente autorizado pela (gentilíssima) proprietária.

Passando os olhos por cada cantinho da casa da Doris e reparando em todos os seus detalhes, fica fácil perceber um pouco da personalidade da dona, que pincela os ambientes com peças coloridas, bem-humoradas e extremamente afetivas, denunciando explicitamente seu gosto pelo inusitado e pelas sensações que os objetos despertam. Bom demais isso!

Vamos fazer um tour básico pela casa dela? Respira fundo antes tá?

 

Suspirou mil vezes? Eu te avisei que era preciso fôlego. Ainda quer mais? Então entra no site e no blog dela.
Fotos de Valentino Fialdini (fotógrafo e marido de Doris)