Não quer pegar a obra andando? Passe antes por aqui.
Por Vanessa Visentin
A primeira martelada a gente nunca esquece!
Dá uma sensação danada de boa quando ouvimos o som que vem das primeiras marteladas… O barulho que marca o momento em que derrubamos a muro que separa o sonho da realidade… Aff! Momento filosófico baixando aqui no obra-prima? Até pode ser. Mas a analogia foi apenas pra deixar claro: A obra já começou e o banheiro já foi abaixo.
Fiquei impressionada como é fácil destruir um (já destruído 🙂 banheiro em apenas 24 horas. Isso mesmo! A obra começou semana passada e o Jorge (meu mestre de obra) e seu ajudante, não satisfeitos em deixar o banheiro no osso em apenas um dia, partiram para a cozinha e já andaram detonando por lá.
E eu, como uma boa capricorniana (precavida e indecisa pra caramba!), tenho que correr contra o tempo para achar os revestimentos pra colocar nesses dois ambientes. Antes de tudo, mostro pra vocês a planta (muito mal feita pela imobiliária que me vendeu o apê) e as mudanças que decidi fazer em conjunto com minha arquiteta, para vocês entenderem o que vem por aí.
Deu pra entender né? As mudanças são poucas mais em matéria de obra, pouco é sempre muito. Se alguém tem alguma coisa a dizer ou sugestão a dar, o momento é esse! Fale agora ou cale-se para sempre!
O(s) banheiro (s)
A grande dúvida em relação ao projeto do banheiro principal foi a posição do vaso sanitário. O que você acha? Me ajuda escolhendo entre a planta 1 ou 2?
Olha o 3D dos dois banheiros como ficou (com a opção do vaso atrás da porta):
Escolher o projeto está sendo tarefa árdua. Mas difícil mesmo será decidir os acabamentos… Sempre muitas dúvidas e opiniões que nem sempre sabemos se são reais, tipo: Cimento queimado é difícil de aplicar, não existe mão-de-obra decente e nem sempre o resultado fica bacana… Pastilhas dentro do box sempre ficam com alinhamento torto, acumulam limo no rejunte e dão trabalho pra limpar…e por ai vai.
A única certeza que tenho é que se optar por cerâmica, vou escolher a de placa retificada, que é aquela sem quina, que fica juntinho uma da outra e quase sem rejunte aparente.
Fui à Leroy Merlin, na Amoedo, rua Frei Caneca (aqui no centro do Rio) e vi tantos revestimentos de encher os olhos que fica até difícil escolher. Mas por enquanto, o que está me enchendo os olhos de verdade é a poeirada que tá saindo do quebra-quebra da obra. Haja colírio!
Até semana que vem pessoal! Rezem por mim!




