Quem me conhece já sabe: Eu mudo os móveis de lugar, pelo menos, de 15 em 15 dias! 
Se você passar mais de uma semana sem vir aqui em casa, pode ter certeza que vai encontrar uma casa “nova” quando voltar. Sabe aquela configuração da minha sala que saiu na revista? Esqueça… já mudou tudo!

Tique nervoso, T.O.C. ou simplesmente vontade de experimentar… não importa! O que vale é a ação em si, muito mais do que o resultado (a família já me acha meio doida por isso).

De tanto que mudei, a sala hoje tem três móveis de madeira (na cor da madeira mesmo), brigando entre si: Uma mesa de centro que comprei no brechó da igreja (linda demais, quando colocá-la nos trinques vou te mostrar), um rack pra TV que um dia foi mesa de centro e uma estante de quina (ela tem formato triangular na parte de trás justamente para se encaixar em quinas de parede) que resgatei dos guardados da família.

Amo todas essas peças e não quero me desfazer de nenhuma, então o jeito é pensar no que fazer pra minimizar o peso no ambiente que tanto móvel de madeira junto acaba fazendo.

Enquanto eu quebro a cabeça, aqui vai um pouquinho da pesquisa que fiz pra ajudar na decisão. Se você está passando pelo mesmo dilema, inspire-se ai vai! Siga o coraçãozinho e curta essas belezuras de transformação!

Em breve volto pra mostrar o “antes e depois” daqui de casa. Espero que dessa vez alguém me dê razão #aloka

Em tempo: A expressão “Madeira de dar em doido” (do título do post) serve para designar uma pessoa que é super persistente, pertinaz, contumaz ou para tentar explicar uma coisa muito complicada de se lidar, alguma coisa que é tão difícil que quase chega a enlouquecer. Faz sentido! 🙂
Fotos: Design sponge